QUESTÃO 258 – YOUCAT: PORQUE MOTIVO A IGREJA EXIGE UMA VIDA CELIBATÁRIA AOS BISPOS E AOS PRESBÍTEROS?

(Em edição)

YouCat responde: “Jesus viveu celibatariamente e quis exprimir assim o Seu amor indiviso por Deus Pai. Assumir o estilo de vida de Jesus, vivendo uma castidade celibarária ‘por causa do Reino dos Céus’ (Mt 19,22), tornou-se, desde o tempo de Jesus, um sinal de amor, de indivisa entrega ao Senhor e de total disponibilidade para o serviço. A Igreja Católica Romana exige esta forma de vida de seus bispos e presbíteros; as Igrejas católicas orientais, apenas dos seus bispos.” [1579-1580, 1599].  

E continua: “O celibato, diz o Papa Bento XVI, não pode significar ‘permanecer vazio no amor, mas deve significar deixar-se apaixonar por Deus’. Um sacerdote, vivendo o celibato, deve ser fecundo ao representar a paternidade de Deus e de Jesus. O Papa diz mais: ‘Cristo necessita de sacerdotes que sejam maduros e viris, capazes de exercer uma verdadeira paternidade espiritual.’ “

Celibato-PapaJoãoPaulo II

https://caiafarsa.wordpress.com/celibato-e-biblico/

 

PapaBentoXVICanonizaçãoFreiGalvão-Brasil

O Papa Bento XVI: celebração canonização de Frei Galvão, Brasil. Frei Galvão foi Canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007. A comprovação oficial e o anúncio foi feito em 16 de dezembro de 2006. http://www.saofreigalvao.com/w3c_canonizacao.asp

“CELIBATO (lat caelebs = solteiro) O celibato é a obrigação voluntariamente aceite de viver solteiro ‘por causa do Reino dos Céus.’ Na Igreja Católica, essa promessa é vivida sobretudo por pessoas das ordens e congregações religiosas (voto de castidade) e por clérigos (lei do celibato).” 

“Sabe a Igreja Católica que radical inversão de valores introduziria com a supressão do celibato? O celibato dos sacerdotes, loucura do Evangelho, conservou nela uma realidade oculta. Irmão Roger Schutz. 

“E vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção deste templo espiritual, para constituirdes um sacerdócio santo, destinado a oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” 1Pd 2,5. 

“Quisera ver-vos livres de toda preocupação. O solteiro cuida das coisas que são do Senhor, de como agradar ao Senhor. O casado preocupa-se com as coisas do mundo, procurando agradar à sua esposa. A mesma diferença existe com a mulher solteira ou a virgem. Aquela que não é casada cuida das coisas do Senhor, para ser santa no corpo e no espírito; mas a casada cuida das coisas do mundo, procurando agradar ao marido. Digo isto para vosso proveito, não para vos estender um laço, mas para vos ensinar o que melhor convém, o que vos poderá unir ao Senhor sem partilha. Se alguém julga que é inconveniente para a sua filha ultrapassar a idade de casar-se e que é seu dever casá-la, faça-o como quiser: não há falta alguma em fazê-la casar-se. Mas aquele que, sem nenhum constrangimento e com perfeita liberdade de escolha, tiver tomado no seu coração a decisão de guardar a sua filha virgem, procede bem. Em suma, aquele que casa a sua filha faz bem; e aquele que não a casa, faz ainda melhor. A mulher está ligada ao marido enquanto ele viver. Mas, se morrer o marido, ela fica livre e poderá casar-se com quem quiser, contanto que seja no Senhor. Contudo, na minha opinião, ela será mais feliz se permanecer como está. E creio que também eu tenho o Espírito de Deus”(1Cor 7, 32-40).

REFLEXÃO

Esta questão toca um ponto bastante controverso e totalmente fora de propósito, para o mundo atual; o mundo chegou a um patamar de questionamentos e desencontros a respeito de tudo o que é mistério da fé; o mundo troca valores eternos por efémeros, riqueza espiritual por material; o mundo apequenou-se e despreza preciosos ensinamentos, porque vive para si mesmo, ocupando o lugar de Deus a quem deve amar sobre todas as coisas. Estes ensinamentos só têm valor para aquele que coloca Deus em primeiro lugar, em sua vida. Entre nós, muitos não aceitam o celibato do Cristo e não se cansam de distorcer as verdades bíblicas para sugerirem vida conjugal ao Filho de Deus encarnado. Estes, certamente, não aceitam o Cristo como O Deus conosco. 




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