QUESTÃO 359 – YOUCAT: POR QUE MOTIVO DEUS QUER QUE SANTIFIQUEMOS O SEU NOME?

(Em edição)

QUESTÃO 359: POR QUE MOTIVO DEUS QUER QUE SANTIFIQUEMOS O SEU NOME?

Santificar o nome de Deus

IMAGEM: Igr. Presbiteriana do Brasil / Universidade da Família.

YouCat responde: Dizer a alguém o seu nome é um sinal de confiança. Se Deus nos disse o Seu nome, é porque Ele Se dá a conhecer e porque nos permite o acesso a Ele mediante esse mesmo nome. Deus é todo Verdade; por isso, peca gravemente quem invoca a verdade e o nome de Deus para testemunhar uma mentira. [2142-2155, 2160-2164].

E continua: O nome de Deus não deve ser invocado sem respeito porque só o conhecemos por Ele no-lo ter confiado. O Seu nome, é de fato, a chave do coração do Onipodente. Por isso, é uma falta grave blasfemar contra Deus, amaldiçoar em nome de Deus ou fazer promessas falsas em Seu nome. Por isso, o segundo Mandamento é também um mandamento que protege o “sagrado” em geral. Os lugares, as coisas, os nomes e as pessoas que foram tocadas por Deus são “sagrados”. A sensibilidade para o sagrado designa-se por “temor” > 31.

Citações:

  • Bendito seja o nome do Senhor, desde agora e para sempre. Sl 113,2

REFLEXÃO

Eu e meu nome, minha responsabilidade, diante de Deus e dos homens!

Eis, mais uma dose de responsabilidade àquele que está à procura de um nome perfeito para o filho que vai nascer!

É bom mesmo levar esta escolha a sério porque o nome pode afetar a personalidade e o futuro da pessoa. Pelo menos, esta é a opinião de milhares de usuários do BabyCenter (http:// www.brasil.babycenter.com/) que responderam a uma pesquisa relativa a nomes, realizada pelo site. Os nomes estão intimamente ligados àquilo que nos tornamos, e têm potencial para enobrecer ou envergonhar a pessoa, vida afora; esta é a opinião de 64,5% dos leitores.

Guardando as devidas proporções, o relado aponta para a reverência que a criatura humana deve ter ao Nome de Deus. Daí, o Mandamento: “Não tomarás em vão o Nome do Senhor teu Deus”.

O nome e a criatura humana possuem um forte vínculo de identidade, a ponto de eu e meu nome sermos, juntos, responabilizados, seja no julgamento terrestre ou celestial. 

(“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.”, Mt 16,18). 

Pedro (nome e pessoa) é a pedra sobre a qual Jesus edificou Sua Igreja no meio de nós, seres humanos. 

Há mais de dois mil anos, Pedro e seu nome são postos à prova, em julgamento, diante de Deus e dos homens. Cada Papa é um novo Pedro porque não se afasta dos fundamentos assumidos pelo discípulo de Jesus a quem foi confiado o destino da cristandade.




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