(Em edição)
YouCat responde: “Ela acolhe-os segundo o exemplo de Jesus. Quem, após um casamento católico, se divorcia e ainda durante a vida do seu consorte estabelece uma nova ligação encontra-se sem dúvida em contradição com a clara exigência de Jesus sobre a indissolubilidade matrimonial. A Igreja não pode abolir esta exigência. A revogação de fidelidade é oposta à EUCARISTIA.” [1665-1684].
E continua: “Longe de tratar por igual todos os casos concretos, o Papa Bento XVI fala de uma “situação dolorosa” e exorta os pastores “a discernirem bem as diferentes situações, para ajudarem espiritualmente e de modo adequado os fiéis implicados”. (Sacramentum caritatis, n.º 29). 424.
REFLEXÃO
Aprendemos de Jesus que o Reino é do Pai, Deus, e todos devemos buscar realizar a vontade de Deus em nossas vidas, seja no Céu ou na Terra. E também devemos pedir ajuda a Deus para não cairmos em tentação, tal como ocorreu com nossos primeiros pais terrenos. Significa que todos somos insistentemente tentados pelo inimigo de Deus; desde o princípio, o inimigo não se cansa de impor sua vontade, sua mentira; por isto, precisamos da ajuda de Deus para não cairmos em tentação. Somos feitos voltados para a imutável, eterna, realidade de Deus; é para Deus que devemos caminhar; e, insensato querer adaptar o Criador às circunstâncias de Suas criaturas.
Isto explica a responsabilidade da Santa Igreja, a quem foi dada a suprema tarefa de guardiã da fé, com vista à salvação eterna dos seres humanos. Eis o objetivo da fé e do serviço da Igreja, neste mundo!… A luta é renhida. Jesus mesmo o disse quando mencionou a não prevalência das portas do inferno contra a Igreja.



1 comentário
Pedro, acho que você se esqueceu de um trecho na resposta do §270 do Youcat:
“A revogação de fidelidade é oposta à EUCARISTIA, na qual a Igreja celebra precisamente a irrevogabilidade do amor de Deus; por isso, quem vive em tal situação contraditória não pode aceder à Sagrada Comunhão”