QUESTÃO 37: DE QUE MODO DEUS É PAI?

(Em edição)

Youcat responde: “Veneramos Deus antes de mais nada, por ser Pai, porque Ele é o Criador e Se encarrega das suas criaturas cheio de amor.  Além disso, Jesus, o Filho de Deus, ensinou-nos a considerar o Seu Pai como nosso Pai, e a abordá-l’O mesmo como “Pai nosso”, [238-240].”

E continua: “Diversas religiões pré-cristãs conheciam já o título divino de “Pai”. Antes de Jesus, Deus já era abordado em Israel como Pai (Dt 32,6, ml 2,10), e sabia-se também que Ele era como uma Mãe (Is 66,13); o pai e a mãe representam, na experiência humana, a origem e a autoridade, a proteção e o sustento. Jesus mostrou-nos como Deus é realmente Pai: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9). Na parábola do filho pródigo (Lc 15,11-32), Jesus toca no profundo desejo humano de um Pai misericordioso >[551-527].
Citações Youcat:A lembrança deste Pai ilumina a mais profunda identidade do ser humano: donde vimos, quem somos e quão grande é a nossa dignidade. Nós provimos naturalmente dos nossos pais e somos seus filhos; porém, nós vimos de Deus, que nos criou à Sua imagem e nos chamou a sermos Seus filhos. Por isso, não é o acaso ou a concorrência do destino que se encontra na origem de cada ser humano, mas um plano de amor divino. Isto nos revelou Jesus Cristo, verdadeiro Filho de Deus e homem perfeito. Ele sabia de onde vinha e de onde vimos nós todos: do amor do Seu Pai e de nosso Pai. (Bento XVI, 09.07.2006).

Deus é pai

Deus é Pai! Meu Pai e seu Pai! Foi Jesus quem nos ensinou isso. Quando os discípulos lhe pediram que os ensinasse a orar. A oração de Jesus começava assim: … http://nosaltoslugares.blogspot.com.br/2012/08/deus-e-pai.html

Leitura do Catecismo da Igreja Católica – [CIC: 238-240, 551-527]:

O PAI REVELADO PELO FILHO:

238) A invocação de Deus como “Pai” é conhecida em muitas religiões. A divindade é muitas vezes considerada “pai dos deuses e dos homens”. Em Israel, Deus é chamado de Pai enquanto Criador do mundo[fca10] . Deus é Pai, mais ainda, em razão da Aliança, e do dom da Lei a Israel, seu “filho primogênito” (Ex 4,22). E também chamado de Pai do rei de Israel. Muito particularmente Ele é “o Pai dos pobres”, do órfão e da viúva que estão sob sua proteção de amor.

239) Ao designar a Deus com o nome de “Pai”, a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é origem primeira de tudo autoridade transcendente, e que ao mesmo tempo é bondade e solicitude de amor para todos os seus filhos. Esta ternura paterna de Deus pode também ser expressa pela imagem da maternidade, que indica mais imanência de Deus, a intimidade entre Deus e sua criatura. A linguagem da fé inspira-se, assim, na experiência humana dos pais (genitores), que são de certo modo os primeiros representantes de Deus para o homem. Mas esta experiência humana ensina também que os pais humanos são falíveis e que podem desfigurar o rosto da paternidade e da maternidade. Convém então lembrar que Deus transcende a distinção humana dos sexos. Ele não é nem homem nem mulher, é Deus.
Transcende também a paternidade e a maternidade humanas embora seja a sua origem e a medida: ninguém é pai como Deus o é.

240) Jesus revelou que Deus é “Pai” num sentido inaudito: não o é somente enquanto Criador, mas é eternamente Pai em relação a seu Filho único, que só é eternamente Filho em relação a seu Pai: “Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11,27).

I- TODA A VIDA DE CRISTO É MISTÉRIO:
– OS TRAÇOS COMUNS DOS MISTÉRIOS DE JESUS.
– NOSSA COMUNHÃO COM OS MISTÉRIOS DE JESUS.

II. OS MISTÉRIOS DA INFÂNCIA E DA VIDA OCULTA DE JESUS:

– A PREPARAÇÃO,

– O MISTÉRIO DO NATAL,

– OS MISTÉRIOS DA INFÂNCIA DE JESUS.

Atos dos Apóstolos, 1

1. No meu primeiro livro, ó Teófilo, tratei de tudo que Jesus fez e ensinou, desde o começo
2. até o dia em que foi elevado ao céu, depois de ter dado instruções, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que havia escolhido.

Nota: Se alguém vem me falar isso hoje, no mínimo, eu diria que a pessoa estaria fora do juízo. Teófilo acreditou na narrativa? Naquele tempo sequer havia avião ou outra espécie de espaço-nave. E como alguém poderia dar instruções por meio de um espírito? 
Esta seria uma especulação de alguém destituído de fé. 
Teófilo sabia muito bem do que se tratava. Jesus para ele era uma realidade, um fato inquestionável: Deus mesmo, entre nós.

REFLEXÃO

 



Pedro Furtado Leite Engenheiro Florestal aposentado.